Com apresentações nos palcos abertos e destaque para a dança inclusiva, delegação de Taboão da Serra leva o talento local ao maior festival do mundo
O município de Taboão da Serra voltou a brilhar no cenário cultural nacional. Entre os dias 20 e 22 de julho, a Escola Municipal de Artes de Taboão da Serra representou a cidade na edição do Festival de Dança de Joinville, amplamente reconhecido como o maior evento de dança do mundo.
A comissão enviada ao festival realizou diversas apresentações nos palcos abertos. O público acompanhou exibições das coreografias:
- Chamas de Paris: interpretada pela bailarina Aisha Tomaz com remontagem de Luma Lima;
- Amigas de Clara: também com remontagem assinada por Luma Lima;
- Rosas do Sertão: obra concebida pelas coreografias de Elis Trindade, Luma Lima e Cíntia Pessoa.
Dança, Inclusão e Valorização Artística
Um dos momentos marcantes da participação taboanense foi a apresentação do grupo Ventos 40+, sob a direção da coreógrafa Elis Trindade. O projeto reafirma a dança inclusiva como um instrumento de bem-estar, saúde e valorização da arte na maturidade, provando que a expressão artística ultrapassa barreiras de idade.
O secretário da Secretaria de Cultura, Economia e Indústria Criativas (SECEI), Maestro Edison, destacou a relevância desse intercâmbio cultural para o município:
“A Escola de Artes é uma árvore que não para de florescer e nos dar belos frutos. Nós, artistas, somos uma comunidade bem unida e ficaremos sempre felizes ao ver outros artistas ganhando espaço. Como secretário, principalmente, é uma honra ver estes grandes artistas levando o nome da nossa cidade ao redor do mundo”.
Formação Gratuita e Investimento Cultural
A presença de Taboão da Serra no circuito nacional reflete o trabalho contínuo da SECEI, que investe no desenvolvimento cultural por meio da Escola Municipal de Artes. O equipamento oferece aulas gratuitas, infraestrutura adequada e ensino artístico de qualidade para formar novos talentos na região.
Com a participação de destaque em Joinville, os bailarinos reforçam o impacto do investimento público em cultura e educação para a transformação social e a projeção dos artistas locais.







